sexta-feira, 20 de abril de 2018

O Panorama Político em Portugal




Preâmbulo da Constituição da República Portuguesa de 1976



quarta-feira, 18 de abril de 2018

Quanto vale um beijinho e uma selfie


Tudo à larga... Já encurtavas essas calças não?


O Orçamento de Funcionamento da Presidência da República Portuguesa em 2017 foi de 15.982.000 de euros (inclui: despesas representação, museu, gestão administrativa e encargos com ex-presidentes). Em 2017, o Orçamento de Funcionamento da Casa do Rei de Espanha foi congelado no mesmo valor dos anos de 2016, 2015 e 2014: 7,78 milhões de euros.

O território português tem uma área territorial de 92.090 km2 com uma população de 10.487.289 de habitantes. Já o Reino de Espanha tem uma área de 504.030 km2 e possui uma população de 47.265.321 habitantes. Mensurando essas variáveis e fazendo a acareação do custo da Casa Real Espanhola com a Presidência da República Portuguesa, conclui-se: a presidência da república Portuguesa teve em 2017 um custo por cada Português de 1,52 euros, enquanto a Casa Real espanhola teve uma incidência sobre cada Espanhol de 0,16 euros.

Assim, o PR custa ao erário público português o dobro que a Família Real espanhola custa ao tesouro espanhol.






Plataforma de Cidadania Monárquica
Fontes: Secretaria Geral da Presidência da República e Casa D’El Rey

O país dos camaradas




terça-feira, 17 de abril de 2018

É eterno

"Um povo que sabe preservar a sua cultura é eterno."


quinta-feira, 12 de abril de 2018

Afecto no Deserto




Beijinhos às mães e aos pais

O Sr. dos Afectos, 

"Deve estar à espera que morram crianças nas condições "miseráveis" em que estão no HSJ para depois vir aqui ao Porto dar beijinhos às mães e aos pais das vítimas, porque é isso que passa na TV." 

Pedro Arroja






Haverá Bom Senso ou uma Psicose Colectiva?

A chacina de milhares de Sírios inocentes, que a coligação Ocidental liderada pelos EUA vai executar na Síria esta noite, ou na próxima... é uma situação de elevadíssimo risco e com o potencial de provocar o Fim do Mundo...
A Rússia e Vladimir Putin foram colocados, com base numa monstruosa mentira fabricada pelos EUA... numa situação de muito difícil saída com dignidade e salvaguarda mínima dos interesses da Rússia... pelos quais tem lutado na Síria ao longo dos últimos anos..
Resumindo, Vladimir Putin e a Rússia, face ao ataque dos EUA e coligação contra a Síria... estão encurralados, encostados à parede...
Se não reagirem e se se limitarem a assistir ao bombardeamento em apoteose da Síria pelos EUA, rezando para que não lhes caia um míssil em cima... a Rússia e Putin vão sair dessa situação como ratos... de face perdida... sem credibilidade nenhuma perante os seus Aliados do Médio Oriente... é o desmoronar do ressurgimento da Rússia.. o fim...
Se reagirem militarmente.... interceptando mísseis e eventualmente bombardeando meios navais e aéreos..da coligação... vão atrair todo o potencial de fogo da coligação sobre as suas bases ... e a saída de tal confrontação militar com os EUA e Aliados... vai ser crítica com meios clássicos... para não dizer quase impossível... isto na Síria...
Vladimir Putin está pois perante o maior dilema da sua vida política... qualquer das duas potenciais atitudes / reacções... terão sempre consequências negativas... perdas... derrotas irreversíveis.. para a Rússia.
E a Rússia, ou assume os danos de tais perdas... antecipadamente e optará por uma delas...
Ou optará por uma terceira via... ou algo original que não me ocorre... ou só lhe restará uma ofensiva global e imediata... contra a NATO, EUA propriamente ditos e contra a coligação na Síria.... com meios nucleares.... porque com os clássicos não tem qualquer hipótese..
Mas a Rússia só parcialmente seria destruída... nesse último cenário.
Encostaram o Urso contra a parede... não me parece que tenha sido boa ideia... qual será a decisão de Vladimir Putin?
Dada a superior inteligência estratégica de Putin... terá concerteza uma saída razoável.. esperemos que sim... mas Putin é de facto o único adulto com bom senso... no jardim infantil de psicopatas políticos ocidentais... se ele não nos salvar... restam os psicopatas...

JS





quinta-feira, 5 de abril de 2018

Miguelismo: errâncias e destino - Parte 3



(da guerra civil a Salazar) 

Chegada a República não há vestígios de permanência miguelista. Pelo menos enquanto movimento organizado. Enquanto que os Carlistas em Espanha permanecem activos e, quantas vezes, encontrando no povo o móbil da sua acção e, no espírito tradicional de regiões como a Catalunha, um verdadeiro repositório de contra-revolução, pois, em Portugal, o miguelismo vai-se dissipando, o espírito de luta, a missão de cruzada, a permanência regionalista enquanto guardiões da tradição, ou constituindo uma subcultura que fizesse frente à ideologia liberal, essa tendência, no final do século XIX, já quase não se encontra, apenas de forma relativa, ou apenas circunstancialmente, em jornais efémeros, em polémicas, grandemente entre os movimentos católicos que são a salvaguarda do espírito legitimista.
De resto, sobrevivem poucos nomes que guardam o espírito de resistência que aos mais novos nem sempre atrai, pois, uma nova força política vinha atiçar a luta contra o constitucionalismo da Carta: o republicanismo. Ainda que o republicanismo mais não fosse do que uma evolução consequente do regime liberal e os próprios políticos liberais, desligados do culto monárquico, preferiam definir o regime como “uma república com um rei”. O passo do constitucionalismo liberal, com o rei, para o constitucionalismo liberal, republicano, foi mínimo.
O grande milagre foi, sem dúvida, o Integralismo Lusitano, que, a partir de 1915 vai reunir a juventude decepcionada quer com a república, quer com os monárquicos constitucionalistas, novamente devolvendo a vida à literatura miguelista e contra-revolucionária. Mas, ainda assim, o Integralismo ficou longe do ensejo, preso ao discurso erudito e académico, nunca desceu às bases, não se constituiu enquanto movimento que conseguisse novamente reafirmar na sociedade a presença contra-revolucionária. Mas devemos aplaudir o esforço e a frontalidade com que arriscaram quantas vezes a vida e a carreira. Para todos os efeitos, o legado das ideias integralistas permanece como força para combater os erros do liberalismo revolucionário. E, se não constituiu uma força de massas, pelo menos constituiu uma força na inteligência. Tão pouco seria o ensejo alargar à força multitudinária este projecto, pois as maiorias, dominadas pelas paixões mais irracionais e tendentes à pouca percepção, levariam certamente à degenerescência dos princípios.
O salazarismo vingaria depois o vazio da contra-revolução. Com o Estado Novo, e com a Constituição de 1933, demolir-se-á definitivamente o regime liberal, à boa maneira portuguesa: por decreto. Pois que os movimentos políticos em Portugal actuam de cima para baixo, primeiro cabe conquistar o Estado e, só depois, procedem ás reformas, quantas vezes perpetradas de forma violenta, confundindo a necessidade da reforma com a revolução.
Depois de Mouzinho, Salazar, terá sido dos mais incansáveis legisladores, conquanto em sentido contrário: Mouzinho legislara pela revolução, enquanto que Salazar, fazendo jus ao famoso dito de Joseph de Maistre, não fará simplesmente a revolução contrária, mas verdadeiramente o “contrário de uma revolução”.
Em 1933 Salazar consuma o que os miguelistas não conseguiram cem anos antes, em 1834, destruir a “hidra revolucionária”, e consolidar-se no estado, embora com todas as dissonâncias, e todas as errâncias de um “Portugal velho”, que separam o salazarismo e o miguelismo. O certo, é que depois da constituição de 1933, ainda que formalmente adaptando os modelos anteriores e ainda que conservando o que, depois da revolução, era impossível reverter, pois que soube adaptar e dotar de novo fôlego aquele corpo defunto do constitucionalismo, uma "ideia nova", como escrevia João do Ameal, em suma, a "revolução da ordem". Foi a contra-revolução adaptada ao século e verdadeiramente a reacção, no sentido de reagir frontalmente e decididamente contra o avanço de forças quantas vezes mais destrutivas no mundo moderno.
Independentemente das dissonâncias e críticas possivelmente legítimas (como Hipólito Raposo e Almeida Braga atacaram), ainda assim, com o Estado Novo, o mundo do constitucionalismo liberal e da revolução ficará por quase meio-século subterrado.

(Fim)


Causa Tradicionalista


Miguelismo: errâncias e destino - Parte 2



Dentro deste entendimento apresenta-se também a fragilidade da contra-revolução: ao miguelismo faltava unidade, uma certeza elementar que o conde de Barbacena, então chefe miguelista, procurará suprir. Em 1847, aproveitando o momento eleitoral, os miguelistas reorganizam as estruturas locais para o combate político, no fundo, querem suportar-se no próprio sistema liberal para o confrontar.
Os miguelistas estão, neste tempo, divididos, entre os que querem prosseguir a luta armada e a insubmissão face ao regime liberal, denominados “saraivistas”; e aqueles que procuram continuar o combate, mas dentro das estruturas do regime, denominados “urneiros”. No primeiro plano, encontramos o doutrinador e voz inconfundível da resistência contra-revolucionária, António Ribeiro Saraiva (que oferece o nome aos seguidores), eminência parda do miguelismo (servira D.Miguel durante a guerra) e, desde a derrota, e até ao dia da sua morte (aos 90 anos), exilado em Londres, onde continua o combate político. O próprio designa-se como um “miguelista dos 4 costados”, o que, de facto, o caracteriza bem. No segundo plano encontramos aqueles denominados de “urneiros”, onde emerge a figura carismática de Caetano Beirão, médico ilustre e professor de medicina, orador exímio, um moderado que procura uma via conciliatória.
Ocorre que os “urneiros”, assim chamados por concorrerem ás eleições parlamentares integrando-se, ainda que de forma contestatária, dentro do regime liberal, sempre foram olhados com desconfiança pela facção mais insubmissa do miguelismo (“saraivistas”), que não via espaço para qualquer aliança com o regime da Carta. Os urneiros eram da opinião de que, a Carta Constitucional, permitiria as reformas necessárias para adaptar o regime liberal aos princípios que propugnavam, talvez aqui nem residisse uma diferença muito substancial do que os legitimistas franceses prosseguiam, e, até mesmo, como um legitimista Chateaubriand, não deixava de antever como necessário. A verdade é que Caetano Beirão, voz cimeira do partido Legitimista, consegue lugar no parlamento, sentando-se, justamente, na sua extrema-direita.
Mas, o facto, de os miguelistas, terem de prestar juramento à rainha D.Maria II, e ás instituições liberais, quando ocupavam os lugares de deputados, ou mesmo para manter os empregos públicos, não deixava de ser singular, ou mesmo insólito, pois estavam a jurar fidelidade a uma dinastia, e a um regime, que, na teoria e no plano dos princípios, não reconheciam. Residia aqui a ineliminável contradição e que levantará polémica arrenhida entre os miguelistas portugueses. O ecletismo das posições levava certos miguelistas a defender que bastava a rainha ser sobrinha de D.Miguel para não terem com ela qualquer animosidade, o que, de facto, constituía uma declaração suspeita para o grosso dos miguelistas cientes da sua posição política e do que ela significava.
Lembro que, nesse mesmo período, José Martiniano Vieira, outro ilustre defensor da legitimidade de D.Miguel, escrevia no jornal miguelista “O Povo” sobre a necessidade da criação do “partido constitucional velho português, independente da pessoa do príncipe”, justificando que “todo o realista é verdadeiramente constitucional”, entendendo “constitucional” como defensor das antigas constituições históricas do reino, e concluía que o nome “miguelista invoca idolatrias e em Portugal não há idolatras”, preferindo a designação “legitimista”. Assim, a partir dos anos 40, estes “urneiros” preferem a designação “legitimistas”. Acreditam que, assim, melhor defendem os negócios públicos. Ao mesmo tempo, entendem que, se desempenharem um bom papel na tribuna parlamentar, conseguirão o apoio do povo.
Nunca maioritário, mas nem por isso menos simbólico, o partido legitimista deu nomes ilustres: de Caetano Beirão, médico e ilustre professor de medicina, a Carlos Zeferino Pinto Coelho, destacado advogado que no Parlamento acossado pelo jacobinismo liberal defendeu os direitos da Igreja e a defesa do catolicismo.
Quanto aos jornais legitimistas, nunca conheceram maior durabilidade, sublinhando-se, todavia, o exemplo do jornal “A Nação” (1847-1915) que teve um contributo importante e muitas vezes decisivo na luta política e mais: foi a plataforma que manteve o diálogo entre os miguelistas, quantas vezes divididos.
Com todas as desventuras, com todos os sucessos e insucessos, o miguelismo nunca realmente desapareceu, mas deixou-se amordaçar pelas próprias circunstâncias. Foi uma destruição extrínseca, provocada pelo triunfo dos liberais, e foi uma destruição intrínseca, provocada pelas errâncias e desvairos que os próprios se acometeram.

(continua)

(*na imagem: dois miguelistas dissonantes, esq.: Caetano Maria da Silva Ferreira Beirão (destacado "urneiro" e parlamentar miguelistas exímio); dir.: António Ribeiro Saraiva, exilado em Londres desde a vitória liberal e destacado líder dos miguelistas exilados e dos insubmissos face à Carta, os seus seguidores são designados "saraivistas")


Causa Tradicionalista



Miguelismo: errâncias e destino - Parte 1


Nos antecedentes do que ora reivindicam os movimentos tradicionalistas em Portugal encontramos o miguelismo, tão próximo ao espírito popular reivindicativo das suas tradições e liberdades, como consolidado na inteligência dos homens que com brilho entenderam os erros da revolução e as insuficiências do liberalismo. Não foi exagero de Oliveira Martins quando concluía que D. Miguel era a “genuína expressão do Portugal Velho”, entendendo o carácter messiânico do movimento, apenas comparável com o Sebastianismo (aguardando o retorno do rei desejado), nem seria exagerado extrair elementos ideológicos e políticos que o definem enquanto particularismo de uma ideia genuinamente portuguesa e constantemente revivido na sua vertente popular e tradicional.
Na verdade, o miguelismo, foi tudo isso, e contra os ventos da revolução vez deflagrar o estandarte da tradição (leia-se, da tradição portuguesa) sob o lema: Deus, Pátria e Rei. O mesmo Oliveira Martins primeiramente invocado, historiador que geracionalmente integrava o pessimismo face ao regime liberal, escreve no seu livro “Portugal Contemporâneo”, que, D.Miguel, foi “o último monarca que o povo amou e compreendeu”. Não exagerava: D. Miguel foi, talvez, o último mito português, a última crença viva no espírito do povo.
Ao apresentar um simples diagrama dos acontecimentos não é demais lembrar a diferença que o separa do congénere espanhol (carlismo), pois a contra-revolução, em Portugal, era poder, D. Miguel ocupava o estado, enquanto que D. Carlos, em Espanha, lutava para ocupar o estado. Tal não reduz as afinidades entre ambos os movimentos, conquanto revele diferenças estratégicas de afirmação política.
A rebelião miguelista desestrutura-se após Évora-Monte (mas não desaparece), protagonizando ainda momentos determinantes, como o Remexido, espírito audaz que na plenitude da derrota ainda logra avançar no sul do reino atemorizando o liberalismo triunfante. Derrotado e, num julgamento muito polémico e contraditório, condenado à morte, torna-se mártir e ídolo da contra-revolução. Não obstante, o miguelismo, deixou também pensadores de mérito e prosadores de primeira linha, saliente-se um economista como José Acúrcio das Neves, um prosador de craveira como o padre Agostinho de Macedo, historiadores como o 2ºVisconde de Santarém, incansáveis doutrinadores como José Ribeiro Saraiva e Gama e Castro, ou poetas como João de Lemos (o Trovador).
Ao longo da década de 40 conhecem-se alguns sucessos e reivindicações do miguelismo, contudo prejudicado pela ausência de uma liderança verdadeiramente congregadora, infelizmente, a falta de organização do movimento miguelista determinará a sua dispersão. Ademais, quantas vezes aliados a forças contraditórias, recordando o pacto entre setembristas e miguelistas, aquando da Patuleia, justificando que interessava o que os unia (o ódio à Carta Constitucional e ao governo de Costa Cabral) e não o que os separava (i.e., a contra-revolução e a revolução).
Na revolta da Maria da Fonte também encontramos esse espírito, o padre José Casimiro Vieira, guerrilheiro miguelista acicatado da mais inflamada prosa, é o orador por excelência do povo amordaçado pelas políticas de Lisboa. Este elemento popular interessa entender, porque o miguelismo mais do que uma doutrina foi uma força que teve no povo o móbil de actuação.
(continua)

Causa Tradicionalista



A nossa obra

"A nossa obra não é a do caminheiro que olha e passa, do explorador que busca à pressa as riquezas fáceis e levantou a tenda e seguiu, mas a do que, levando em seu coração a imagem da Pátria, se ocupa amorosamente em gravá-la fundo onde adrega de levar a vida, ao mesmo tempo que lhe desabrocha da alma o sentido da missão civilizadora. Não é a terra que se explora: é Portugal que revive."

Oliveira Salazar 



terça-feira, 3 de abril de 2018

O sistema ideal de controle da opinião pública

"O sistema ideal de controle da opinião pública pelo estado detém o oligopólio dos grandes medias que estão em competição feroz uns com os outros para as melhores sitcoms e telenovelas mas uniformes nas notícias que eles trazem e comentam."

AM





A fraude mais avançada da política

"A fraude mais avançada da política é fazer com que as pessoas acreditem que são "cidadãos"."

AM






A agonia da «Cidade dos homens»


"A «Cidade dos homens» que defende Rafael Gambra era constituída por um conjunto de laços vivos e vividos que, através dos diferentes níveis da criação, mantinham o homem unido à sua origem e o orientavam para seu fim. A casa, a pátria, o templo, protegiam-no contra o isolamento no espaço: os costumes, os ritos, as tradições, ao fazerem gravitar as horas em torno de um eixo imóvel, elevavam-no acima do poder destruidor do tempo.
Hoje presenciamos a agonia desta «Cidade dos homens». O liberalismo ao isolar os indivíduos e o estatismo ao reagrupá-los em vastos conjuntos artificiais e anónimos, transformaram a sociedade num imenso deserto onde as areias sem rumo são arrebatadas nos torvelinhos do vento da história.
E o homem, vítima deste fenómeno de erosão, já não tem morada no espaço - encontra-se, ao mesmo tempo, na prisão e no deserto - nem ponto de referência num tempo pelo que corre cada vez mais depressa sem saber para aonde vai."

Gustave Thibon no Prólogo do livro "El silencio de Dios" de Rafael Gambra Ciudad