quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

O país é mesmo socialista

"Querem caminhos seguros para um crescimento económico duradouro? Dou-vos um conselho: 'o comércio e a indústria tiveram durante algum tempo disponibilidades enormes: parecia que os comerciantes não acabavam de enriquecer. Todas as empresas pareciam prósperas; afinal muitos vieram a verificar que se tratava de riqueza ilusória e estavam na realidade empobrecidos: tinham distribuído e gasto o próprio capital. (...) Todos estes males têm somente uma cura - a estabilização da moeda, e esta é impossível independentemente da solução do problema financeiro".
Pouco depois divulgava o autor da frase:
"É de António Oliveira Salazar"

Na reflexão, César das Neves disse ainda acreditar que "o país é mesmo socialista. Todos os partidos, do CDS ao Bloco de Esquerda, é tudo socialista".




terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Uma Família

O sangue gera parentes, mas somente a lealdade forma uma família.

JF


segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Uma verdade incómoda


"Com 658,500 Funcionários Públicos, 482,700 Reformados através da CGA, 2,987,182 Reformados através da Segurança Social e 56,700 Funcionários de Empresas Públicas, ou seja, quase 50% da população total, em dependência directa e total do Estado, como é que podemos esperar, que o País não seja gerido por políticos esquerdistas? Com esta demografia, não há iniciativa privada que resista, criatividade que seja incentivada, estímulo a trabalho privado e investimento produtivo. Apenas um Estado acéfalo e subsídio dependente, gerido por políticos sem escrúpulos, que tentam sobreviver, satisfazendo as suas clientelas parasíticas e caquéticas, em elevado estado de decomposição! 

JD


quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Os mal-amados



Vladimir Putin, Presidente da Rússia, recebeu em Moscovo Viktor Orbán, Primeiro-Ministro da Hungria. Muito se poderia escrever sobre o encontro entre dois dos políticos mais mal-amados pela União Europeia, mas a curiosidade aqui é outra.
Se repararem, entre os dois políticos, encontra-se o monograma IHS. Trata-se de uma referência muito antiga, datada do séc. III, ao Santíssimo Nome de Jesus. Em grego aquelas são as primeiras três letras da palavra Jesus (Ἰησοῦς), ou seja 'Ἰησ'. Mais tarde o monograma foi adaptado para latim, significando 'Iesus Hominum Salvator' (Jesus Salvador dos Homens).
No Ocidente foi bastante usado por grandes santos, como: S. Bernardo de Claraval, Beato João Colombini, S. Vicente Ferrer, S. Bernardino de Siena e S. Inácio de Loyola.
Hoje em dia não estamos habituados a ver símbolos cristãos nos encontros entre os políticos do Ocidente. O politicamente correcto não permite. Ao menos estes dois não sofrem dessa doença.

Senza Pagare

A eutanásia não faz parte da nossa tradição


quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Engenharias Sociais

A percentagem de pobres mantém-se estável pelo menos desde 1974 quando o Estado gastava menos de 20% do PIB, em 1995 a taxa de risco de pobreza era de 23% para uma despesa do Estado de 42,6% do PIB e em 2014 era de 19,5% com uma despesa do Estado de 51,7% do PIB e a maioria desta despesa é do Estado Social. 

O que isto significa é que apesar do aumento brutal da despesa do Estado em gastos sociais a pobreza mantém-se estável desde 74 e se não fossem essas transferências sociais se calhar até tinha duplicado e o estado sempre a cobrar-nos mais. 

Talvez quando nos levarem tudo em impostos acabe a pobreza (e de certa forma acaba, como é um conceito relativo, se formos todos miseráveis não há pobres).

HF




terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Renasci!

" [ ... ] É preciso chamar a nossa Raça ao sentido da sua própria vida, e poderá gritar entre os Povos: Renasci!


Ora, esta obra sagrada compete ao espírito português, a todos os portugueses que encerrem no seu ser uma parcela viva da alma da nossa Pátria. ( ... )


E então um novo Portugal, português, surgirá à luz do dia. "

Teixeira de Pascoaes

CR


sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Somos uma cultura submersa na luz vazia do presente constante

A decadência de uma cultura tem muita a ver com o modo como negligenciamos os mortos. O cuidado com mortos demarcava nossa relação com os vivos por conta da memória e do nosso vínculo com o passado. Uma cultura degenera de vez quando negligencia os nascituros. O cuidado com os que estão por vir demarcava nossa relação com os vivos por conta das expectativas e do nosso vínculo com futuro. Não há mais memórias e nem expectativas. Somos uma cultura submersa na luz vazia do presente constante, que nada lembra e nada promete.

FR


quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

O Ocidente

Há que voltar a página: para quando a Primavera Europeia?
Creio que muitos só se terão recentemente dado conta que o Ocidente vive não só em ambiente de hostilidade patogénica - resultante de um certo modelo económico - mas igualmente exposto a vírus mentais e cognitivos, dos quais resulta a incapacidade de responder à tremenda crise contemporânea.
Ora, todos fomos trabalhados e preparados para aceitar de ânimo leve que o tempo do Estado-nação havia terminado, que a cidadania europeia era o futuro patriotismo, que a globalização era uma tendência irrefreável, que as culturas nacionais estavam a dar lugar a uma nova civilização global polarizada em torno do mercado planetarizado e dos chamados "direitos do homem". 
Os últimos anos foram suficientemente expressivos para demonstrar que essa engenharia que trocava o certo e o histórico pelo incerto e por um certo messianismo cosmopolita, não só falhou, como demonstrou a arrogância, a violência e o desprezo dos seus mentores por tudo aquilo que odeiam.
Hoje, já não se trata de saber se devemos persistir teimosamente agarrados a essas mentiras. Trata-se de saber como e quando nos devemos libertar de um jugo que nos roubou décadas e estropiou o futuro das próximas gerações.
MCB

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Quais são os direitos fundamentais da pessoa humana?

''Defenda o respeito e actuação prática dos seguintes direitos fundamentais da pessoa: o direito a manter e desenvolver a vida corporal, intelectual e moral e particularmente o direito a uma formação e educação religiosa; o direito ao culto de Deus, particular e público, incluindo a acção da caridade religiosa; o direito, máxime, ao matrimonio e à consecução do seu fim; o direito à sociedade conjugal e doméstica; o direito ao trabalho como meio indispensável para manter a vida familiar; o direito à livre escolha de estado, também sacerdotal e religioso; o direito ao uso dos bens materiais, consciente dos seus deveres e das limitações sociais.''

Papa Pio XII, Radiomensagem de Natal ''Con sempre nuova freschezza'', de 24 de Dezembro de 1942

A bandeira de todos


A muitos surge como evidente que há, pelo menos desde 1834, um problema vexilológico português. Ora, seria de pensar - sem nada inventar - em retomar a bandeira de D. João II que resume o núcleo jamais alterado da bandeira portuguesa: o escudo extirpado do pano branco, do azul e branco, do verde-rubro e, até, da esfera armilar. Esta, ao contrário daquilo que se supõe, não é a "esphera" de D. Manuel, mas a universalidade maçónica.

MCB

sábado, 6 de fevereiro de 2016

O canto da sereia

Primeiro eles levaram a nossa nicotina, então o nosso álcool e, finalmente, tudo o que foi considerado prejudicial à nossa saúde, o nosso bem-estar e a nossa forma de pensar e agir e no fim o governo diz: 

Agora já podemos tirar a tua vida, porque não vale mais a pena continuares a viver.

AM


terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Tanto faz

Pedro Passos agora é social- democrata. Há pouco tempo era liberal. Daqui a algum tempo será socialista. Ainda acaba comunista. Tanto faz, quem manda é Bruxelas.

Francisco Múrias