sábado, 30 de abril de 2016

Não se confunde, não se identifica




"A Nação não se confunde com um partido, um partido não se identifica com um Estado."

           António Oliveira Salazar


terça-feira, 26 de abril de 2016

25 de Abril sempre!




E tu? Como passaste o teu 25 de Abril?




A veneração ao 25 de Abril

O 25 de Abril foi transformado numa espécie de Deus para ser venerado apesar de milhões de pessoas terem sido prejudicadas gravemente.

Dividiram a História de Portugal em dois períodos . O antes e o após do 25 de Abril. O 25 de Abril é uma espécie de Cristo. AC e DC. A25 Abril e D25 Abril.

Com o 25 de Abril veio uma coisa boa: uma evolução positiva do Direito. Mas o resto foi um desastre. Milhões de mortos, feridos, estropiados, órfãos, viúvas espalhados pelos cinco continentes. 

O 25 de Abril recebeu uma economia a crescer 8%, uma divida mínima e basicamente nacional , quase mil toneladas de ouro nos cofres , uma frota de marinha mercante e de pesca, empresas industrias e comerciais de capital nacional ( a quadragésima maior empresa do mundo era portuguesa) e hoje 25 de Abril de 2016 temos uma economia quase em colapso, uma divida que em notas de 500 euros umas em cima das outras tem 12 000 km ( vai daqui à China ) e 300 toneladas de ouro que ninguém sabe onde está ( já ouvi dizer que está em Frankfurt) as maiores empresas todas de capitais estrangeiros,o centro de Lisboa propriedade de fundos imobiliários estrangeiros e até o Banco de Portugal pertence ao BCE. 

Mesmo em termos de liberdade se a liberdade se medir pelo número de pessoas presas hoje temos 14000 presos, dos quais 2300 nem sequer foram julgados quando em 1972 tínhamos 3405 dos quais 509 preventivamente. 


Ao progresso que houve D25A obviamente que se mantivéssemos o crescimentos que tínhamos tido nos 14 anos anteriores ao 25/4 o nosso PIB per capita hoje estaria à frente de Singapura, um país pequeno, sem recursos, estrategicamente bem colocado e com um regime muito parecido com o regime A25A.

Reparem nestes números da Pordata Portugal entre 1960 e 1974 passou de 3400 euros per capita para 8100 e de 1974 ate hoje passou de 8100 para 16 200 . O crescimento nesses 14 anos acumulado foi de 130% e nos últimos 42 anos foi 100%.

Crescemos percentualmente mais em 14 anos do que em 42.

FM


sexta-feira, 22 de abril de 2016

No final de contas: novas notícias são sempre velhas notícias

Quando eu era adolescente, eu ficava impressionado quando assistia às notícias, quando era um jovem, eu estava com raiva e quando fiquei adulto tornei-me cada vez mais céptico. Porém, agora, que sou um velho, acho que quase tudo o que eu vejo nas notícias é totalmente ridículo.

AM




quarta-feira, 20 de abril de 2016

A acumulação de capital

Há apenas duas formas de financiar a acumulação de capital. 
Uma delas é usando a poupança interna; a outra, a poupança externa. 

De acordo com números recentes, a poupança interna foi a principal fonte de investimento no caso português.
A taxa de poupança passou de 16% em 1953 para 35% em 1973. 

(segundo cálculos baseados nos dados fornecidos em Pinheiro et al. (org.), 1997).




Como ser um bom democrata


Partidocracia

"O Estado é o partido, a nação é a ideologia e a realidade é a propaganda."


Dragão





PA em conversas em Família



sábado, 16 de abril de 2016

E se fosse consigo?


Não sejam racistas esquerdopatas.


quarta-feira, 13 de abril de 2016

Ser latino não é uma doença

"Ser latino não é uma doença.

Pode ser doença para algumas pessoas que dizem isso mas se têm uma doença tratem-se.

Eu sou latino e tenho muita honra e considero excelente. Gosto de viver, gosto de trabalhar e gosto mais de me divertir que trabalhar embora trabalhe bastante. Por isso acho que sou uma pessoa sã."

Tiago Caiado Guerreiro


Não perca a excelente entrevista.





terça-feira, 12 de abril de 2016

“Defender a democracia”

Significa defender:

a) o povo contra o povo 
b) o povo contra o governo
c) o governo contra o povo

AM



A liberdade em Portugal



segunda-feira, 11 de abril de 2016

Educatado

"Educação pelo estado é sempre educação para o estado."

AM



sexta-feira, 8 de abril de 2016

País de maricas

A chapada e " o murro nos cornos" são bens culturais que importa preservar.

Não percebo o escândalo.

 Perdemos a justa, o duelo, a bengalada, preparam-se agora para acabar com a chapada? 

Que raio de país de maricas...

FM


Ainda o Estado Maternal Social-Democrata

 «Longe vai o tempo (1919) em que Schumpeter se queixava de que o Estado absorvia mais de 5% do PIB. Agora faz-se jus a um capitalismo de Estado social-democrata que, graças ao bom uso da democracia como religião civil e máquina redistribuidora da riqueza e do rendimento, virou ideologia dominante. 

Redistribuição que, além de mais poder para o Estado, visa a compra do consentimento das maiorias que, ingenuamente, se julgam beneficiadas. 

O engano das massas chega ao ponto de, paradoxalmente, o tão criticado neoliberalismo não ser o liberal, mas o da social-democracia.

Acresce que a conversão da direita ao estatismo e a sua contaminação pelo politicamente correcto ajudaram a agravar a crise, talvez teminal, de uma social-democracia que foi tornando insustentável o Estado fiscal-social(ista) de Bem-estar (dos políticos). 
Poderíamos dizer, corrigindo a profecia de Schumpeter sobre o fim do capitalismo, que a social-democracia foi vítima do seu êxito. 

Absorvendo de tal modo as populações e as classes dirigentes na sua rede de interesses que a situação parece já não ter saída. 
Até que ponto a problemática dos refugiados e dos atentados não será só mais um sintoma de um processo de desintegração e decadência – económica, demográfica e cultural – da União Europeia, que poderá conduzir a uma situação pré-revolucionária?»


"O Punhal dos Corcundas"



Já em 1824 Frei Fortunato de São Boaventura descrevia com precisão o que era a democracia:

A falsa soberania popular;

“A questão que mais vezes me tem feito dar voltas ao juízo é a da soberania do povo. Havia sete séculos que se dizia que a soberania estava no Rei. (…) Todavia depois de 24 de Agosto começou a dizer-se que a soberania residia essencialmente na nação, isto é, a nação não é nação sem ser soberana!
(…) Assentemos de uma vez que nunca o Povo se diz soberano para outro fim mais do que cair toda a soberania nas mãos de um punhado de aventureiros que desta arte lhe fazem a boca doce, enquanto mui a salvo e a despeito da moral cristã e dos princípios mais vulgares de decência, vão enchendo a bolsa.
Desta soberania armada no ar entrei a desconfiar ainda mais quando vi seus efeitos práticos. Dizia-se que o povo havia de nomear quem lhe fizesse as leis e que El-Rei devia executá-las à risca. Mas na nomeação de deputados vi que tudo era ambição e maranha. O povo não sabia ler e nomeava por escrito quem os mais poderosos e os mais manhosos queriam para seus representantes. (…)
Mas quando eu vi o Salão das Cortes cheio de bandalhos e petimetres, tão fofos como um sapo inchado, vomitando sandices e minando os alicerces da Religião e da Monarquia, desenganei-me de que a tal soberania era uma farsa armada para certos fins.
Que diabo de soberania é esta (dizia eu) que traz inquieta a nação, espalha a impiedade, persegue os bons, desmancha a máquina da Monarquia, excita a guerra civil, provoca as tropas ultramontanas e prepara a anarquia? É para isto que foi proclamada a soberania do povo.”

Frei Fortunato de São Boaventura, retirado de "O Punhal dos Corcundas" (1824).

Guilherme Koehler 

quinta-feira, 7 de abril de 2016

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Panamás há muitos, seu palerma!





E esta é de se lhe tirar o chapéu...

 "Os 1400 milhões do fundo de estabilidade da segurança social estariam mais seguros no Panamá do que nas mãos dos socialistas."






PA em conversas em Família


Democracia é servidão