sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Países Modernistas

"Se num país é mais fácil divorciar-se do que despedir um trabalhador, não vai demorar muito tempo em que será mais fácil encontrar uma nova mulher do que um novo emprego."

AM




terça-feira, 27 de dezembro de 2016

A única coisa que falta

"A única coisa que falta nesta presidência é a recomendação de livros"

VC


quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

O oportunismo



"O oportunismo só é possível para as grandes nações, seguras da sua força e da sua riqueza. 

Nós, que somos fracos e pobres, apenas nos poderemos fazer respeitar à força de rectidão e de honestidade. 

Neste momento, podemos desagradar aos nossos amigos mas, mais tarde, eles compreenderão."


António Oliveira Salazar



terça-feira, 20 de dezembro de 2016

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

A Pátria é uma entidade espiritual

«A Pátria é uma entidade espiritual. O salazarismo, durante 50 anos, confundiu a Pátria com a Nação que é uma realidade de natureza, o conjunto dos que nascem portugueses. 
O actual socialismo não fala já da Pátria (a palavra Pátria aparece uma única vez na Constituição política para designar o território) e supõe-a reduzida à República, que é o conjunto dos bens públicos acrescidos dos bens privados. O nome de Portugal – que Agostinho da Silva disse ser “um dos nomes de Deus” – foi substituído pela designação de este País.»
Orlando Vitorino




segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

sábado, 10 de dezembro de 2016

História económica de um ponto de vista íntimo

Quando eu nasci, em 1959, Portugal (e Portugal era naquela altura muito mais do que o retângulo) tinha entrado há pouco, e assim prosseguiria até 1973, num período de crescimento sem paralelo em toda a sua história registada. A minha infância e princípio de adolescência foram vividos num país tomado de aceleração vertiginosa, pelo menos por comparação com qualquer outro período conhecido. Décadas como as de 50 (que eu não vivi) e 60 (até 73) nunca mais houve, e não é razoável esperar que volte a haver no horizonte antecipável.
Para se ter uma ideia gráfica: entre 1960 e 1972 – foi o princípio da minha vida – o PIB português duplicou.
dana_michahelles
Lá em África, que é donde eu venho, retornado, a coisa era ainda mais acelerada. Mas fiquemo-nos com isto aqui: o PIB do retângulo duplicou em 12 anos. A média de crescimento anual nesse período foi de 5,9%. A média. Não houve um só ano de recessão.
1969 foi um ano cinzentíssimo nesta série: a economia cresceu apenas 2,4%. Uma marca extraordinariamente medíocre. Se expulsarmos esse ano, a nódoa, para esquecer, da série, a média é mais representativa da velocidade a que se andava: 6,4% ao ano.
Para o PIB voltar a duplicar, depois desses 12 anos sem paralelo – os do princípio da minha vida – seriam depois necessários 20 anos, até 1992. Houve ainda um sobressalto nos últimos anos destes 20, de 1986 até ao princípio dos anos 90. Tínhamos entrado na CEE, intensificado a abertura ao exterior e, sobretudo, enveredado por um intenso período de liberalização da economia, depois do ensaio de sovietização pós-revolucionário. Voltámos por uns poucos anos a crescer como nos anos 60. Mas depois acabou.
Não voltou a haver duplicação. De 1992 a 2015, e passaram-se já 23 anos, o PIB aumentou apenas 30%. Uma pessoa que em 2015 tivesse nascido em 2002, com 13 aninhos, os mesmos que eu tinha em 1972 depois daquela década de crescimento e mudança trepidantes – o PIB duplicara, crescera 100%! – viveu num país onde o PIB aumentou ao longo de toda a sua vida… 0,1%. Isso. 0,1%. Não é gralha.
É verdade: essa pessoa nasceu num meio incomparavelmente mais rico do que o meio em que eu nasci. Não tem comparação possível. Mas eu nasci num meio em que a melhoria constante, a abertura permanente de novas possibilidades, o enriquecimento ano após ano eram a regra. O jovem que nasceu em 2002 nasceu num meio em que a crise, a ameaça e o impasse são a normalidade. Acreditem: o socialismo não foi uma boa ideia. Valia a pena tentarmos outra coisa. Os nossos filhos não merecem este fiasco.
Impasse

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

O Portugal revolucionário de ontem e de hoje





"O Portugal revolucionário de 1975, tão esquerdista que era, não aceitava os negros das colônias que queriam fugir para Portugal, nem sequer os que tinham servido nas Forças Armadas Portuguesas. 

Como todos tinham a nacionalidade portuguesa, não hesitou em fazer uma lei retirando-lhes essa nacionalidade e barrando-lhes assim acesso ao refúgio. 

Hoje, os herdeiros ideológicos dos revolucionários de 1975 chamam xenófobos e racistas aos que torcem o nariz à vinda para Portugal de outros refugiados, sobretudo islâmicos - que, ironicamente, nem sequer querem vir para cá."

PMC



terça-feira, 6 de dezembro de 2016

O nível jornalístico mundial

"O nível jornalístico mundial está tão baixo que agora dividem partidos e propostas entre "Progressismo salvador da humanidade" e "extrema direita".
Qualquer coisa que não seja "Progressismo salvador da humanidade" e você não consiga, depois de tentar muito, dizer que é de "extrema direita" vai na caixinha do "alt-right", também conhecido como "não faço a menor ideia do que é isso mas não gosto então deve ser de direita foda-se".
E não é canalhice. Costumava ser, mas agora é ignorância sincera em cima de saltos altos."

RL




Uma taberna de mau nome

"A Europa é antes de mais nada um continente, um conceito geográfico, não é , por isso mesmo, possível a Itália deixar a Europa. 

A seguir, a Europa é uma cultura, a cultura greco-romana. Não é por isso, também, possível a Itália deixar culturalmente a Europa. 

Politicamente a Europa não é, por mais tratados que assinem e ideias que queiram impingir e impor aos povos, uma união. 

A União Europeia é uma antinomia política. Só é possível à força e à força não é possível. 

E isto não é uma opinião. É um facto. Salta à vista. 

A União Europeia é uma fonte de conflitos. Uma taberna de mau nome."

FM


sábado, 3 de dezembro de 2016

O tal "faxista"

"Mais uma vez dei comigo a pensar nestas lides de facebook e nos bons e maus momentos que tenho atravessado, sobretudo nos ataques que me têm feito, ou seja sou apelidado de vários nomes ou conotações políticas.

Bastas vezes sou apelidado de "faxista", será porque na realidade respeito um estadista ou um modelo governativo que nos restituiu o respeito internacional, autonomia financeira, solvência, promoveu a educação baixando o nível de analfabetismo de mais de 80% para cerca de 20%, um modelo governativo que no seu decorrer nos levou ao 23º lugar no índice de desenvolvimento humano, um governo que melhorou substancialmente um sistema de saúde promovendo a construção de hospitais em quase todos os concelhos do país, um governo que promoveu a industria e agricultura como nunca havia sido feito até então como bem ficou patente na industria química, transformadora, naval bem como outras, em suma um país auto-suficiente, um país com um crescimento económico real de quase 10% ao ano, um país soberano sem divida externa, um país com 900 toneladas de ouro e 2 mil milhões de contos em divisas como reserva no BdP, então será por isso que sou atacado?


Pois agora temos o inverso, sou "faxista" por ser contra um sistema que delapidou a coisa pública, um sistema que nos levou à falência técnica, um sistema que regrediu este país em tudo aquilo que nos é essencial, saúde,educação, segurança, bem estar, e mais grave de tudo nos retira a esperança num futuro que se previa radioso, um futuro realmente de bem estar e paz social, talvez por isso eu deva mesmo ser o tal "faxista", pensem nisso, não seremos talvez todos "faxistas"?"


AS


As dez Leis Fundamentais da Economia


1. A primeira lei da economia diz que antes de consumir é preciso produzir. 

2. A segunda lei da economia diz que o consumo é o objectivo final da produção. 

3. A terceira lei da economia diz que não há nada grátis. 

4. A quarta lei da economia diz que o valor é subjectivo.

 5. A quinta lei da economia diz que sem poupança não há investimento e sem investimento não há acumulação de capital; sem acumulação de capital não há maior produtividade e sem mais produtividade não há aumento da renda. 

6. A sexta lei da economia diz que gastos são custos. O multiplicador da renda implica a multiplicação dos custos. 

7. A sétima lei da economia diz que o dinheiro em si só não é riqueza, riqueza é poder de compra.

 8. A oitava lei da economia diz que o trabalho por si só não cria valor; para ter valor, um produto deve ter utilidade. 

9. A nona lei da economia diz que no capitalismo competitivo o lucro económico é o bónus extra que uma empresa ganha por ter corrigido os erros da alocação. 

10. A décima lei fundamental da economia diz que todas as leis genuínas da economia são puramente lógicas e, como tais, nem precisam ser verificadas nem podem ser empiricamente falsificadas.

Antony Mueller